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Game On: exposição mostra história dos games dos 60s até hoje

Posted on: 29/12/2011


Vale muito a pena aproveitar esta época do ano em que a cidade de São Paulo está tranquila e visitar a exposição Game On no MIS (Av. Europa 158 – Jd. Europa – SP/SP – Fone: 2117-4777), que vai até domingo 08 de janeiro de 2012. Lá são encontrados desde o legendário Programmed Data Processor (PDP-1), o primeiro mini (em relação aos gigantescos mainframes da época) computador com teclado e tela no qual Steve Russel e Alan Kotok programaram Space Wars (o primeiro shooter da história) em 1961 no MIT, até um Xbox 360 equipado com Kinect e rodando a última obra-prima de Tetsuya Mizuguchi, Child of Eden, passando por inúmeros arcades e consoles dos anos 70 até a atualidade. Imperdível para gamers hardcores e casuais ou para qualquer um que curta diversão e um verdadeiro banho cinestésico de cultura pop!

 Frente e verso do card do evento.

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 Entrada da exposição com meu amigo Daniel, oldgamer fã de Descent e SimCity, que atualmente se dedica a cuidar de sua fazenda, virtual.

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   O histórico “minicomputador” PDP-1, com o confortável tamanho aproximado de duas a três geladeiras.

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 Detalhe do painel do PDP-1, no qual em 1961 foi programado o primeiro game da história.

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   Monitor e teclado do PDP-1, onde foi programado Space Wars.

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   Nolan Bushnell, que mais tarde fundaria a Atari, criou em 1971, em parceria com o engenheiro Al Alcorn, o primeiro arcade comercial: Computer Space. 

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 No detalhe: poster promocional de Computer Space, bem no estilo 70s.

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 Pong (1972), da Atari:  após 3 dias em um bar para testes, Alcorn é chamado pelo dono pois a máquina não funcionava mais. Na verdade estava entupida de moedas, e Bushnell soube que se encontrava a caminho da fama e fortuna…

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  Tela do arcade Ms. Pac-Man (1981) da Namco, sequência do clássico Pac-Man (1980) de Toru Iwatani, o primeiro game com um personagem carismático, neste caso inspirado numa pizza fatiada.

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   Space Invaders (1978), de Tomohiro Nishikado para a Taito, foi um estrondoso sucesso e invadiu o mundo inteiro: aqui não foi diferente e nos anos 70 fazíamos fila no fliperama para jogá-lo…

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 Asteroids (1979) de Lyle Rains, Dominic Walsh e Ed Logg para a Atari: gráficos vetoriais, alta dificuldade e grande capacidade de adicção.

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   Galaga (1981), sequência de Galaxian (1979): resposta multicolorida e frenética da Midway a Space Invaders.

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 Um display só com portáteis de todas as épocas. Embaixo no centro está o Sony PSP (2004) e à sua D destaque para o primeiro portátil da história: o Microvision (1981), da fabricante de brinquedos norteamericana Milton Bradley.

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   A partir da E inferior, em sentido horário: Sega Gamegear (1990), Nintendo DSi XL (2009), Atari Lynx (1989) e logo abaixo dele um pequeno Virtual Memory Unit (VMU) branco, o original dispositivo de memória mesclado com minigame do Sega Dreamcast (1998).

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   Um display só de games do universo Pokemon.

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  Memorabilia Pokemon.

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 Detalhe do belo poster repleto dos mais diversos Pokemons: já pegou todos?

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E: Power Glove para NES, raro acessório que prometia maior liberdade de controle; á D o cult Virtual Boy, maior fracasso da Nintendo, prometia visão em 3D e entregava um desajeitado capacete com jogos monocromáticos em vermelho, num fundo preto.  

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   Meu amigo macmaníaco Kenji combate as forças de Darth Vader a bordo de um arcade em forma de cabine, simulando um X-Wing contra Tie Fighters e a Estrela da Morte: que a Força esteja sempre com você!

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   No detalhe: gráficos vetoriais e manche com gatilhos fazem toda a diferença a favor da Aliança Rebelde.

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 Virtua Fighter (1993) da Sega: começo do fim dos sprites 2D, início da dominação poligonal 3D. 

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Sonic Wings (1992) da Tecmo, excelente shoot’m’up de scroll vertical, vulgo ‘jogo de navinha’.

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 Seção dedicada aos micros e consoles caseiros.

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   De volta à nave-mãe: Apple II (1977), de Steve Jobs e Steve Wozniak, que inaugurou a era dos computadores pessoais ou, mais simplesmente, o mundo como conhecemos hoje.

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   Primeiro console caseiro da história, o Magnavox Odissey (1972), de Ralph Baer, vinha com celofanes coloridos que eram colados na tela da TV para propiciar cores e variações dos jogos.

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   O então subestimado e hoje em dia devidamente apreciado Sega Saturn (1994), na sua clássica e elegante versão japonesa.

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   O malfadado Jaguar (1993) e seus inconfundíveis controles, tão peculiares quanto infames: última e infrutífera tentativa da Atari de se manter no jogo.

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   O NES (1985, chamado de Famicon no Japão, como é o caso da versão acima) ou Nintendinho para os íntimos, foi o console que recuperou a indústria após o ‘Crash de 1984’ (quando os consumidores abandonaram os consoles e seus jogos de baixa qualidade em favor dos micros), garantindo por anos a fio a liderança para a Nintendo.

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 Ao lado do Megadrive, o Dreamcast (1998) será sempre meu console favorito: heróica e última tentativa da Sega na produção de hardware, foi mastigado e engolido pelo PS2 (mas sempre teremos Shenmue, MSR, Crazy Taxi e Soul Calibur!)

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  Rumo á dominação mundial, Playstation (1994) da Sony e o arrasa-quarteirão da Namco: Riiiidge Raaacer!!!

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   O Nintendo Gamecube (2001) foi um belo console que amargou a lanterna na 6a geração dos videogames caseiros.

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  Mario Kart Double Dash (2003), versão para Gamecube da aclamada franquia de corrida do bigodudo encanador criado pelo genial Shigeru Miyamoto.

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   Densha de Go! 3 (2001) da Taito, versão para o Playstation 2 (2000) da série do gênero simulador de trens muito apreciado no Japão e praticamente desconhecido no Ocidente.

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   O mais bacana é que disponibilizaram para jogar com o manche específico, acessório que só havia visto antes em fotos, gerando uma ótima sensação na jogabilidade.

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   O Daniel bem que tentou mas o trem passou em alta velocidade pela plataforma, resultando em reclamação dos passageiros que não conseguiram embarcar e cartão vermelho da supervisora: isso sim é que é simulação, o resto é Gran Turismo…

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 Prince of Persia (1993) de Jordan Mechner,  para Megadrive: ótima e melhorada conversão do clássico de aventura e ação lançado originalmente em 1989 para Apple II e IBM-PC DOS. 

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   O superclássico Sonic the Hedgehog (1991) de Yuji Naka e Sonic Team para a Sega, que definitivamente ajudou o Megadrive (1989) a tirar a longa liderança do mercado pela Nintendo.

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 Saturn Bomberman (1996), o qual com a ajuda de adaptador específico permitia jogar multiplayer local para até absurdos 10 jogadores!, o que acredito ser um recorde jamais superado… 

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 A estréia da musa Lara Croft em Tomb Raider (1996), aqui para Playstation.

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   Uma genial seção dedicada ás trilhas sonoras dos games com direito a fones de ouvido e uma citação especial ao meu compositor para games favorito: Richard Jacques, autor do dance alegre e surtado de Sonic R (1997) para Saturn e dos fantásticos temas em gêneros diversos como pop, jazz e rock para Metropolis Street Racer (2000) do Dreamcast, dentre outros trabalhos de destaque.

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 Child of Eden (2011) jogável para Xbox 360 (2005) da Microsoft na versão Kinect, projetado na parede: experiência imersiva e psicodélica única.

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  Grafite do logo da Game On. Para quem quiser mais, aqui há uma ótima matéria do Omelete sobre a exposição.

2 Respostas to "Game On: exposição mostra história dos games dos 60s até hoje"

Como sempre mta boa matéria, a volta ao inicio da tecnologia, pena que eu perdi essa…. moh saudades de varios jogos que vc tirou foto, Sonic, Tom Rader, Principe of Percia etc….deve ter sido bem divertido neh….bom vlw hein!!!!
Bjão

ahhh ja compartiçhei no Face…..^^

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Valeu filha! Domingo a gente joga alguns deles p/ matar as saudades, hehe… bjs!

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