Jetstortopia

Posts Tagged ‘70’s


Hanna Barbera superheroes

 Afinal, mais um scan aqui no blog! Desta feita inspirado pelo amigo Chesco do Gibis Clássicos, que tem se empenhado na difícil tarefa de encontrar, escanear e digitalizar todos os exemplares da revista em quadrinhos Heróis da TV – cuja primeira série trazia os queridos personagens que a Hanna-Barbera definitivamente imortalizou na infância de muitos de nós nos anos 60 e 70 – e aqui está a contribuição do blog!

Alex Toth by MichaelNetzer - Own work. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Wikimedia CommonsO grande mestre Alex Toth (1928-2006) – dono de um traço belo, elegante e carismático – foi o responsável pela criação da maioria dos super-heróis da então gigante da animação, tais como Space Ghost, Homem-Pássaro e Os Herculóides. Publicado pela Editora Abril nos anos 70 pela primeira vez no #15 da revista Diversões Juvenis de novembro de 1974, este exemplar é considerado um precursor histórico pelo Guia dos Quadrinhos:

Super-Heróis da TV, de Hanna Barbera – ganhou revista própria em junho de 1975, mas com o título encurtado para “Heróis da TV” e com numeração reiniciada.

Detalhe da capa original com carimboO original foi conseguido em ótimo estado de conservação através do amigo Celso da Comic Hunter, porém por ser um exemplar de brinde portava um carimbo na capa proibindo sua revenda na época, o que constituiu-se na maior dificuldade desta restauração. Desejo uma boa leitura e ótimas memórias com este saudoso material!

Capa de Super-Heróis da TV - Diversões Juvenis #15

LINK DIRETO PARA DOWNLOAD

Anúncios

Ze Eduardo & Fechado Pra BalançoÉ com muito prazer que trago ao blog o som swingado, dançante e extremamente marcante do meu amigo músico e cantor Zé Eduardo Sambasoul e sua banda Fechado Pra Balanço.

Herdeiros diretos do melhor já produzido no gênero nos 70s e 80s (Tim Maia, Jorge Benjor, Cassiano), Zé Eduardo & Fechado Pra Balanço homenageiam ao mesmo tempo que atualizam o samba-soul com arranjos potentes e coesos que recebem influências do rock nas guitarras por um lado e do melhor da black music no baixo, metais e teclados por outro, sem perder o pé dançante do samba e do soul genuinamente brasileiros.

Capim Santo(de Marcos Tani) é faixa autoral que pode ser apreciada no vídeo abaixo  sendo o melhor exemplo do casamento perfeito da voz do com o talento de Rafa Moraes no arranjo e na guitarra, Tuto Ferraz na bateria e percussão, Serginho Carvalho no baixo e Tércio Gumarães no sax e flauta a serviço do melhor samba-soul/samba-rock contemporâneo – impossível ouvir e não se contagiar!

Mais em: Zé Eduardo e Projeto Fechado Pra Balanço

Contato: show@zeeduardooficial.com.br


Um post especial em parceria com o blog

Blog Tralhas Várias

Para quem é fã de quadrinhos europeus!

 Mais um número de  Mortadelo & Salaminhoos agentes nada secretos da T.I.A., direto dos 70s! Criados em 1958 pelo genial artista espanhol Francisco Ibañez e publicado pela Rio Gráfica Editora esta é mais uma parceria com Tralhas Váriaso melhor blog da internet para se achar os melhores e mais raros quadrinhos europeus! Novamente os scans são nossos e o tratamento do amigo Gizmo. Boa diversão!

Mortadelo e Salaminho #30 RGE  1976LINK DIRETO PARA DOWNLOAD



Um post especial em parceria com o blog

Blog Tralhas Várias

Para quem é fã de quadrinhos europeus!

 Outro exemplar direto dos anos 70 de  Mortadelo & Salaminhoos agentes nada secretos da T.I.A. criados em 1958 pelo genial artista espanhol Francisco Ibañez e publicado pela Rio Gráfica Editora.  Mais uma parceria com o melhor blog da internet para se achar os mais raros e incríveis quadrinhos europeus: o Tralhas Várias! Como usual nesta série, os scans são nossos e o tratamento do amigo Gizmo. Divirtam-se!

Mortadelo e Salaminho - RGE_BR0025 - 1976LINK DIRETO PARA DOWNLOAD


Um post especial em parceria com o blog

Blog Tralhas Várias

Para quem é fã de quadrinhos europeus!

Direto dos 70s mais um número de  Mortadelo & Salaminhoos agentes nada secretos da T.I.A. criados em 1958 pelo genial artista espanhol Francisco Ibañez e publicado pela Rio Gráfica Editora.  Esta é mais uma parceria com o melhor lugar da internet para se achar os mais raros e incríveis quadrinhos europeus: o blog Tralhas Várias! Como sempre nesta série, os scans são nossos e o tratamento do amigo Gizmo. Boa diversão!

Mortadelo e Salaminho - RGE_BR0024 - 1975LINK DIRETO PARA DOWNLOAD


É com muita alegria e imenso prazer que posto a segunda colaboração trazida ao blog: todo o material a seguir foi preparado pelo amigo Edu, profissional de TI e programador, que sabe o quanto aprecio história e tecnologia. Numa visita ao museu da Scopus ele nos trouxe vídeos, imagens e informações sobre micros e terminais produzidos de 1972 a 1992, que mostram um importante pedaço da história da informática no Brasil. Numa época em que vivíamos sob ditadura, reserva de mercado, milagre e depois crise com hiperinflação, ele relata que:

… é interessante conhecer a origem da Scopus com o ‘Patinho Feio’, o primeiro computador brasileiro criado pelos mesmos professores da USP fundadores da empresa (em oposição ao campineiro ‘Cisne Branco’). Hoje a Scopus produz os ATMs do Bradesco bem como projetos conceituais dos sistemas do Banco.

Uma deliciosa viagem no tempo pelos primórdios da computação no país!

TVA 32 (1972)

Feita pela Edson, Célio e Joseph Engenheiros precedeu a fundação da Scopus.

Projetado para uso via linha telefônica (tinha um modem embutido, não tendo interface serial tipo RS232), era usado para acesso ao BOVESPA.

 

 

Protótipo TVA 80 (1975)

Fundação da empresa em 22 de Setembro

Foi usado para a conexão com a rede ARPA predecessora da Internet. 

 

 

 

 

TVA 80 (1976) – Terminal de vídeo de uso geral

Primeira versão comercial

Tela tubo catódico 12” fósforo branco

Teclado de 73 teclas composto de teclado numérico tipo calculadora e teclas de console

Interface: opera no código ASCII, transmissão assíncrona

 

TVA 1800 (1978)

Terminal de vídeo de uso geral

Alfanumérico controlado por microprocessador e compatível com equipamento Burroughs (atual UNISYS) , usando uma interface TDI

Tela de 12” contendo 24 linhas de 80 caracteres com uma linha adicional para mensagens internas do terminal.

Teclado de 88 teclas, operando por saturação de núcleo magnético, sem contato mecânico. 

 

TVA 800 (1977)

Primeiro terminal de vídeo inteligente da Scopus.

Aproveitando a nascente tecnologia de microprocessadores a Scopus desenvolveu um novo terminal de vídeo com uma característica inovadora, mesmo no mercado internacional: o uso de um microprocessador para controlar as complexas funções de comunicação com o sistema central. O TVA 800 era um modelo compatível com a Burroughs. 

 

 

AI 3287 (1980)

Adaptador de Impressora.

Permite a conexão de impressoras convencionais que possuam interface padrão centronics ao processador de comunicação PC3274-61C da Scopus às unidades de controle IBM 3274 ou 3276.

 

 

 

 

Sagita 180 (1979)

Terminal de vídeo alfanumérico controlado por microprocessador, compatível com computadores Burroughs.

Lançado com o objetivo de oferecer um produto compacto, de fácil manutenção, custos reduzidos e grande versatilidade, pois todos os módulos eletrônicos do terminal estavam acoplados em uma única placa de circuito impresso.

  

Microscopus – uC10 (1981)

Unidade central de processamento.

Primeiro equipamento da linha Microscopus que marca o ingresso da empresa no mercado de microcomputadores de uso geral.

Os equipamentos desta linha utilizam o microprocessador de 8 bits Intel 8085 funcionando a 5 Mhz e com 64 kb de memória principal.

 

Microscopus uC20 (1981)

Unidade de Diskete

Parte integrante do uC10 o uC20 é uma unidade de leitura e gravação de discos magnéticos flexíveis de 8” para gravação em densidade dupla ou simples.

Capacidade de cada diskete em densidade dupla 360 kb perfazendo um total da unidade de 1,44 Mb (o mesmo que um diskete de 3 ½”)

 

 

 

Microscopus uC200 (1982)

Configuração compacta da Microscopus com todos os componentes em um mesmo gabinete e de fácil operação.

Pode operar com duas opções de diskete 5 ¼” e 8”.

 

 

Micro Engenho I  (1982)

Computador pessoal de 8 bits da Scopus compatível com a linha Apple II.

Lançado no 1.o semestre de 1982.

Utilizava TV(s) comuns como monitor de vídeo.

Foi o primeiro computador pessoal compatível com o padrão de TV PAL-M.

Nexus 1600 (1983)

Microcomputador de 16 bits.

Primeiro microcomputador nacional, compatível com IBM-PC, o Nexus 1600 apresenta as seguintes características.

Microprocessador Intel 8088 (4,77 ou 8 Mhz)

64 Kbytes de memória EPROM

256 kbytes de memória RAM

2 interfaces de comunicação serial assíncrona e síncrona/ assíncrona, padrão RS-232C

5 conectores para placa de expansão

Não possuía +D

Spectrum ed (1985)

Microcomputador compatível com Apple II e

Equipamento compacto leve e fácil de ser transportado executa pacotes integrados exclusivos do Apple II e   programas gráficos de alta resolução.

Executa o sistema operacional SISPE, projetado pela Scopus e compatível com o sistema ProDOS, da Apple.

 

Micro Engenho II (1985)

Evolução do Micro Engenho I

O microengenho II tinha como opcional uma placa modem de 1200/75 bps que podia ser utilizada para acessar o videotexto da Telesp e a rede Cirandão.

Acompanhava também o software BASICOM. Este software integrado à linguagem BASIC do Micro Engenho, permitia a criação de um emulador de terminal com 2 linhas de programa em BASIC. Foi utilizado pela Bolsa de Valores do Rio de Janeiro para processador de tela e terminal.

TVA 3078 (1986)

Produto com uma série de inovações tecnológicas

Não possuía peças móveis (potenciômetros, etc..) aumentando consideravelmente a vida útil.

Os ajustes de brilho, contraste e volume dos altofalantes eram feitos pelo teclado.

O terminal era ligado e desligado pelo acionamento de uma tecla do teclado.

Não possuía ventilador. A mecânica foi projetada especialmente para que o fluxo de ar resfriasse automaticamente o equipamento.

Podia ser conectado à rede elétrica 110/220 V e utilizava fonte chaveada de alta eficiência.

Nexus 486 (1992)

Marca a transição da Scopus para a fabricação de computadores em regime de OEM.

HD 540 Mb

64 Mb de RAM

Video de 128 Kb


Luz estroboscópica, naipe de metais, luz negra, baixo funkeado e um sujeito cantando em falsete… se esses termos lhe são familiares, das duas, uma: ou você viveu os anos 70 ou estudou muito bem o assunto. Obviamente esses elementos não foram criados nessa época, mas nela com certeza foram popularizados mundo afora. Na “década dos excessos” meus amigos de escola e eu estávamos saindo da infância para a adolescência e os maiores excessos que nos permitíamos era usar a camisa aberta até quase o umbigo e imitar os passos de John Travolta nas festas.

A primeira metade da década foi bem mais tranqüila: havia no máximo os bailinhos de garagem ao som de You Are de Sunshine of My Life (Stevie Wonder), Only Yesterday (Carpenters) e Rock And Roll Lullaby (B. J. Thomas – alguém aí se lembra do “shananana…”?). Dançar uma música ‘lenta’ colado na menina dos seus sonhos costumava ser, de fato, apenas um sonho… quando rolava, era simplesmente a melhor coisa que podia acontecer na sua vida.

© http://dryicons.com

Ouvia-se as rádios Jovem Pan 2 e Excelsior, a “A Máquina do Som”, com o dedo na tecla pause do gravador de um aparelho 3-em-1 à espera de conseguir registrar numa fita cassete a música desejada. Os LPs, de capas e interiores com artes fantásticas, eram caros e escolhidos a dedo para serem comprados com a suada economia das mesadas, que ainda tinham que bancar gibis e fichas de fliperamas.

Por volta da metade da década, mais ou menos na mesma época que costumávamos sair para combater ferozes invasões alienígenas, a coisa começou a pegar fogo. Os bailinhos viraram ‘festas disco’: tínhamos um genial colega coreano famoso por não poupar esforços (e a grana do pai) para dar verdadeiras festas de arromba. Tinha direito ao mesmo festival de luzes que havia nas discotecas (Papagaio Disco Club, alguém mais…?), além de caixas de som capazes de trincar as paredes (não sei como não havia mais reclamações dos vizinhos, mas nos tempos de antanho São Paulo era bem mais erma…).

© http://dryicons.com

Aqui vai então um top 5 dessa era, mas de um jeito um pouco diferente: será composto de uma música que represente cada um dos efeitos citados no 1º parágrafo – a conferir se isso faz algum sentido:

1 – EstroboI Feel Love (1977)

A luz estroboscópica criada em laboratório para estudo de elementos em movimento acelerado ganhou na era disco um nobre missão: fazer com que se perca qualquer noção do ambiente e de si próprio. Donna Summer, a ‘rainha da disco’, tem o privilegio de ter lançado um dos primeiros hits techno da história sob a batuta do mago produtor Giorgio Moroder, e I Feel Love é simplesmente perfeita para ser acompanhada por um belo efeito estroboscópico. Ao ouvi-la deve-se sentar, relaxar e ligar uma estrobo na cara. Não tem uma à mão?  Sem problema: levante-se então, gire bem rápido sobre seu próprio eixo e pisque convulsivamente; deve ser suficiente.

2 – Naipe de metaisIn the Stone ( 1979)

Aproveitando as lições deixadas pelas big bands, a disco music soube valorizar como nenhuma outra vertente pop a luxuosa contribuição de um naipe de metais afiado e matador, garantindo com seus ataques precisos uma urgência e um swing característicos do estilo. Earth Wind & Fire, a maior banda negra dos 70’s, soube como ninguém aplicar esse conhecimento a seus arranjos incendiários: não dá para ficar indiferente quando os metais nos convocam, já na primeira nota de In the Stone, a dançar como se não houvesse amanhã.

© http://dryicons.com

3 – Luz negraThat’s The Way (1975)

Efeito fantasmagórico e dentes instantaneamente ultra-brancos, proporcionados paradoxalmente pela luz negra, não podiam nunca faltar num ambiente disco. Além disso, só ela é capaz de criar um clima de night club ao mesmo tempo brega e sexy, e uma música que representa bem isso é este hit da KC & The Sunshine Band, que só tem uma coisa a dizer o tempo todo: “é desse jeito que eu gosto”!

4  – Baixo funkeadoAin’t We Funkin Now (1978)

Nada contribuiu mais para a disco music do que o estilo funk (clássico, bem entendido, e não o carioca) de tocar, e nada é mais característico do funk anos 70 do que a levada sincopada do baixo elétrico. O hit dos Brothers Johnson é a indicação para uma das melhores performances da época: já começa quebrando tudo e ainda tem um solo arrasador lá pelos 2:50’, quando o sábio coral sugere: “ouça o baixista…”

© http://dryicons.com 5 – FalseteYou Should Be Dancing (1977)

Para encerrar em grande estilo: não há como falar da disco music e não comentar essa característica tão peculiar da mesma. Nunca se cantou dessa maneira de forma tão onipresente e marcante como nos 70’s. É quase impossível ouvirmos uma compilação da época e não toparmos com um sujeito cantando de forma tão furiosamente aguda que parece que está sendo torturado de maneira impiedosa, e Sylvester com seu hit You Make Me Feel (Mighty Real) é eloqüente o suficiente nesse sentido. No entanto cantar em falsete é uma contribuição artisticamente brilhante e perfeita para esse estilo de som, e a questão do melhor falsete se decide entre dois dos melhores intérpretes do gênero: Barry Gibb, dos Bee Gees, e Phillip Bailey, do EW&F.

© http://dryicons.com

Bailey possui uma fabulosa extensão vocal e sua escolha como lead singer feita pelo fundador da banda Maurice White tem uma interessante relação com a música brasileira. Insatisfeito com o som da primeira formação do EW&F no início dos anos 70, White dispensou os músicos que até então o acompanhavam (exceto por seu irmão baixista e co-fundador da banda Vernon White) e saiu á procura do som que desejava. Foi quando topou com o material de Milton Nascimento, lançado á época nos EUA através de selos de jazz-fusion. Aquele som, e especialmente voz, impactou-o tão profundamente que o influenciou na escolha de um vocal poderoso e emocional para a banda, encontrado plenamente em Bailey, o que se transformou numa das marcas registradas do grupo.

Porém o cetro e a coroa ficam definitivamente com Barry Gibb: foi ele quem definiu e popularizou esse estilo de cantar  com seu timbre característico, ao empregá-lo fartamente na fase áurea dos Bee Gees e principalmente em Saturday Night Fever, um dos discos de maior vendagem de todos os tempos (perdendo o posto apenas para Thrilller de Michael Jackson) e detentor de inúmeros clássicos da falsete disco tais como Stayin’ Alive,How Deep Is Your Love,Night Fever,More Than a Woman e a última deste Top 5, You Should Be Dancing.

Com atributos tão marcantes como estes, uma profusão de hits memoráveis e inúmeras bandas e músicos emblemáticos, o som dessa época permanece na memória coletiva e consegue a proeza de se manter culturalmente influente até os dias de hoje

(Todas as imagens © http://dryicons.com)


Banner

Adicione nosso banner

Translate

Traducir - 번역 - Übersetzen - Traduire - Tradurre - 翻訳する - Přeložit - μεταφράζω - 翻译

Do quê você é fã?:

Game OSTs:

Insira seu endereço de email para assinar este blog e receber notificações de novos artigos por email

Junte-se a 477 outros seguidores

Enquete:

Para ler quadrinhos no PC:

Considero o CDisplay a melhor opção no Windows 2000-XP-Vista-7

Para ler quadrinhos no Android:

O Perfect Viewer é o meu preferido dentre as várias opções no Android

Para ler quadrinhos no Mac:

O Sequential 2 é uma boa opção - testado no MacOS 10.6

Para ler quadrinhos no iPad:

Aguardando apenas a doação de um iPad para testar o Comic Zeal

Para ler quadrinhos no Linux:

No link acima há instruções de instalação e packages para diversos distros

Para ler quadrinhos no Windows Phone:

Não testado mas bem recomendado na app store

%d blogueiros gostam disto: