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NES mod art by @cksigns1

Tweet de Lord Arse! chama atenção para o incrível trabalho do artista Clifford Keddy em inspirados mods de consoles e controles retro da Nintendo – dê só uma olhada abaixo e também em sua página no Twitter:

SNES mod art by @cksigns1SNES mod art by @cksigns1 (2)NES mod art by @cksigns1 (3)NES mod art by @cksigns1 (2)N64 mod art by @cksigns1N64 mod art by @cksigns1 (3)N64 mod art by @cksigns1 (2)

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Bônus – Sega e Microsoft:

Xbox mod art by @cksigns1Megadrive mod art by @cksigns1


Xbox One vs PS4

Na corrida de gigantes dos consoles de última geração o Xbox One tem tomado um belo sufoco do atual líder PS4 neste primeiro ano de vida de ambos. Seja pela leve inferioridade gráfica, pelo maior preço enquanto ainda era vendido obrigatoriamente com o Kinect ou principalmente pelas vendas lideradas com folga pelo console da Sony –  nas quais tem estado apenas ligeiramente à Vendas globais de consoles - 2014frente do WiiU da Nintendo – o console da Microsoft tem tido dificuldades para provar sua superioridade no mercado.

 Mas se você mora numa zona de guerra ou sujeita a terremotos, tem filhos destruidores de aparelhos ou é um desastrado contumaz, ou ainda simplesmente quer o console mais robusto possível, sua opção sem dúvida será o X-One – capaz de sobreviver a sucessivas quedas sem o mínimo problema exceto alguns arranhões e danos na carcaça segundo matéria no CVG – como pôde comprovar o pessoal da Wired no surpreendente vídeo abaixo:


CG still - Unreal Engine 4 by koola

Assista a qualquer um dos videos abaixo sem saber que é uma CG  – sigla para computer graphics, ou animação gerada em computador – e  não saberá distinguir entre tratar-se de uma cena real ou virtual. Sério.

CG gif - Unreal 4

Segundo matéria no site Kotaku o francês koola criou tech demos com o Unreal Engine 4 onde o trabalho de iluminação é particularmente belo e estonteante na medida em que chega a não permitir a distinção entre a cena ter sido gerada virtualmente ou capturada no mundo real.

CG diagram - Unreal 4Imagine só quando os desenvolvedores passarem a explorar todo esse potencial na nova geração de consoles e PCs…

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Céu e Sol

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Luz e Sombra

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Natureza e Movimento


A um dia do lançamento norteamericano do novo console da Sony – o Playstation 4 (já em pré-venda e o qual será lançado por aqui em 29/11), e a oito dias do lançamento do novo console da Microsoft – o Xbox One (também em pré-venda, com lançamento simultâneo no Brasil), o universo dos videogames – desenvolvedores, produtoras, jornalistas e jogadores – encontra-se em seu estágio máximo de excitação, e não sem motivo: serão os consoles mais poderosos, tecnologicamente avançados e socialmente integrados já produzidos.

PS4, Xbox One, Wii U

Adicionando-se ao já lançado Wii U da Nintendo (recém-lançado oficialmente no Brasil) e às futuramente prometidas Steam Machines da Valve, esta 8a geração de consoles promete ser uma das mais impactantes e mais disputadas de todos os tempos, reeditando a velha e boa “guerra dos consoles” que atingiu seu ápice na primeira metade dos 90s com a disputa entre o Megadrive da Sega e o SNES da Nintendo. Porém alguns analistas de mercado arriscam dizer que está poderá ser a última…

Controles - Wii U, PS4, Xbox One

Segundo matéria do site VG24/7 o renomado analista de mercado Michael Pachter prevê um futuro sombrio para o Wii U devido ao hardware mais fraco e falta de suporte das third-parties, com projeção de vendas totais de 30 milhões de unidades em se ciclo de vida (para efeito de comparação o antecessor Wii vendeu mais de 100 milhões) e arrisca que o PS4 deverá vender mais do que o Xbox One num total de até 120 e 100 milhões de unidades respectivamente, devido ao preço mais alto do último (no mercado internacional, ao contrário daqui) e à rejeição ao Kinect por boa parte dos jogadores. Mas isso não evita que faça um prognóstico nada animador para o futuro dos consoles:

Não creio que o mercado de consoles cresça mais. A base instalada atingiu seu pico e os consoles podem não ser mais relevantes em dez anos. O mercado foi expandido além dos consumidores hardcore [mas] agora temos dez vezes esse público na internet, e seis vezes esse público nos dispositivos móveis. Acredito que um dia poderemos jogar qualquer jogo, em qualquer lugar, em qualquer aparelho.

Mobile vs Consoles

O fato da universalização do acesso online e do advento da mobilidade parece não passar desapercebido ao presidente da Sony Wordwide Studios Shuhei Yoshida, o qual numa recente entrevista ao site IGN comentou que:

Quando você olha a situação da Nintendo, a caracterizaria como nosso competidor? Acredito que na escala maior das coisas, no tocante à indústria de tecnologia e à vida das pessoas, como elas jogam e em quais dispositivos elas aprendem a jogar, acredito que ambos [Nintendo e Sony] estamos do mesmo lado. Precisamos que a Nintendo seja bem sucedida na criação de consumidores que gostem de jogar [consoles] com controles, certo?

Shuhei Yoshida @ Sony Worwide Studios

Yoshida estabelece claramente que a disputa se dá entre jogos casuais e mobilidade de um lado, o que favoreceria empresas como Apple, Google e Samsung dentre outras, e o tradicional modelo console-controle em que Sony, Microsoft, Nintendo e Valve apostam, sem falar do decisivo mercado dos PCs que pode ser considerado mais alinhado às últimas do que às primeiras.

O panorama do futuro dos videogames daqui a meros anos está sendo moldado agora a partir da dura disputa por corações, mentes e especialmente mãos dos jogadores: como você prefere jogar?

Controles

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Atualização 15/11/13 – O editor associado do site CVG UK Rob Crossley parece concordar que a campanha de lançamento do PS4 focada no core gamer indica que:

A Sony sabe que um mercado potencial maior já não existe mais. E se isso for verdade, e há razão para acreditar que sim, dessa vez a competição será mais apertada e as consequências de uma falha muito mais impiedosas.

Será por isso que a Microsoft de forma inédita veio a congratular seu oponente através de um recente post no Twitter?:

Microsoft congratula Sony

Enquanto isso, o presidente da Sony Computer Entertainment da America Jack Tretton discorda de qualquer previsão catastrófica a respeito do futuro dos consoles:

Ouço sobre a última geração dos consoles desde que entrei no negócio nos 80s quando se dizia que os computadores pessoais iriam tomar conta, e agora são os smartphones e tablets. Há uma razão de ser dos consoles: sentar num sofá defronte de uma tela grande de TV ao lado de seus amigos.

Você não irá conseguir a profundidade imersiva e a experiência social de jogar em sua sala de estar  agrupando-se em torno de um tablet. Há uma limitação do que se pode fazer num dispositivo móvel e este é o mesmo motivo que o leva a assistir um filme no cinema. Quem joga em consoles busca melhores controles, mais tecnologia e uma experiência mais imersiva.

E, com certeza, essa é a mesma opinião deste blog…

Tetris no sofá


Xbox One vs PS4

Em um interessante artigo para o site VG24/7 Patrick Garratt enumera dez características que serão prevalentes no panorama dos consoles de videogame da próxima geração: no final do ano todos os três aparelhos de 8a geração – WiiU da Nintendo, Xbox One da Microsoft  e Playstation 4 da Sony – estarão finalmente lado a lado competindo por um lugar ao lado dos televisores de milhões de jogadores em todo o mundo e baseado em suas características e promessas é razoável supor que:

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Destiny - Bungie

1) mundos online persistentes não necessariamente massivos mas constantemente construídos e renovados tanto para multiplayer em pequenos grupos como para single player serão cada vez mais frequentes, como indicam futuros blockbusters como GTA V e Destiny;

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2) jogos indie ou independentes autopublicados por seus próprios criadores serão cada vez mais relevantes tanto do ponto de vista criativo como comercial;

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Kinect - Xbox One

3) integração de câmeras não só para controle de movimento ou biometria como no caso do Kinect mas mesmo para funções mais básicas como conversas entre amigos e acesso e redes será cada vez mais popular;

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4) conectividade online constante e não mais imposta como a princípio tentou a Microsoft no lançamento do Xbox One meses atrás porém naturalmente integrada nas inúmeras funcionalidades dos jogos – multiplayer e single player online com recursos da nuvem, capacidade de gravação dos jogos em tempo real, download e upload constante de dados e atualizações incrementais – será praticamente inevitável;

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Xbox Smartglass

5) segunda tela onipresente não só na forma de um gamepad específico como no caso do WiiU mas na incorporação de celulares e tablets para um número cada vez maior de funções dentro e fora dos jogos, como já é o caso do Xbox Smartglass;

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6) jogos no modelo freemium ou free-to-play em que não é necessária a compra  prévia mas sim o pagamento por itens, mapas, aditivos ou mesmo por tempo e já fartamente utilizado em jogos de dispositivos móveis será um modelo cada vez mais encontrado nos consoles também;

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PS4 Social Net

7) integração com redes sociais de todos os tipos seja para texto, fotos ou vídeo tão comum e simplificado nos consoles como é agora nos PCs e dispositivos móveis;

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8) jogos cada vez menos estáticos e mais dinâmicos tanto para correção de bugs como para ampliação de cenários, missões e atributos dos personagens sem que para isso seja necessário a compra de DLCs (conteúdos por download) separados ou mesmo outras mídias físicas com versões modificadas, constantemente aperfeiçoados e modificados em tempo real;

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PS4 - Streaming

9) streaming de jogos muito mais fáceis e cada vez mais comuns na nova geração, o mesmo valendo para torneios e competições online na íntegra;

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10) download de jogos mais comum do que jogos em mídia física já nos próximos dois anos, num modelo mais próximo ao do Steam nos PCs.

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Fliperama

Do fliperama da esquina ao cartucho  do videogame doméstico e deste para os dias de hoje já se vai muito tempo. Seja esse o futuro dos videogames da nova geração que desejamos ou não, ele está começando agora…


Vale muito a pena aproveitar esta época do ano em que a cidade de São Paulo está tranquila e visitar a exposição Game On no MIS (Av. Europa 158 – Jd. Europa – SP/SP – Fone: 2117-4777), que vai até domingo 08 de janeiro de 2012. Lá são encontrados desde o legendário Programmed Data Processor (PDP-1), o primeiro mini (em relação aos gigantescos mainframes da época) computador com teclado e tela no qual Steve Russel e Alan Kotok programaram Space Wars (o primeiro shooter da história) em 1961 no MIT, até um Xbox 360 equipado com Kinect e rodando a última obra-prima de Tetsuya Mizuguchi, Child of Eden, passando por inúmeros arcades e consoles dos anos 70 até a atualidade. Imperdível para gamers hardcores e casuais ou para qualquer um que curta diversão e um verdadeiro banho cinestésico de cultura pop!

 Frente e verso do card do evento.

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 Entrada da exposição com meu amigo Daniel, oldgamer fã de Descent e SimCity, que atualmente se dedica a cuidar de sua fazenda, virtual.

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   O histórico “minicomputador” PDP-1, com o confortável tamanho aproximado de duas a três geladeiras.

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 Detalhe do painel do PDP-1, no qual em 1961 foi programado o primeiro game da história.

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   Monitor e teclado do PDP-1, onde foi programado Space Wars.

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   Nolan Bushnell, que mais tarde fundaria a Atari, criou em 1971, em parceria com o engenheiro Al Alcorn, o primeiro arcade comercial: Computer Space. 

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 No detalhe: poster promocional de Computer Space, bem no estilo 70s.

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 Pong (1972), da Atari:  após 3 dias em um bar para testes, Alcorn é chamado pelo dono pois a máquina não funcionava mais. Na verdade estava entupida de moedas, e Bushnell soube que se encontrava a caminho da fama e fortuna…

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  Tela do arcade Ms. Pac-Man (1981) da Namco, sequência do clássico Pac-Man (1980) de Toru Iwatani, o primeiro game com um personagem carismático, neste caso inspirado numa pizza fatiada.

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   Space Invaders (1978), de Tomohiro Nishikado para a Taito, foi um estrondoso sucesso e invadiu o mundo inteiro: aqui não foi diferente e nos anos 70 fazíamos fila no fliperama para jogá-lo…

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 Asteroids (1979) de Lyle Rains, Dominic Walsh e Ed Logg para a Atari: gráficos vetoriais, alta dificuldade e grande capacidade de adicção.

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   Galaga (1981), sequência de Galaxian (1979): resposta multicolorida e frenética da Midway a Space Invaders.

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 Um display só com portáteis de todas as épocas. Embaixo no centro está o Sony PSP (2004) e à sua D destaque para o primeiro portátil da história: o Microvision (1981), da fabricante de brinquedos norteamericana Milton Bradley.

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   A partir da E inferior, em sentido horário: Sega Gamegear (1990), Nintendo DSi XL (2009), Atari Lynx (1989) e logo abaixo dele um pequeno Virtual Memory Unit (VMU) branco, o original dispositivo de memória mesclado com minigame do Sega Dreamcast (1998).

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   Um display só de games do universo Pokemon.

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  Memorabilia Pokemon.

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 Detalhe do belo poster repleto dos mais diversos Pokemons: já pegou todos?

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E: Power Glove para NES, raro acessório que prometia maior liberdade de controle; á D o cult Virtual Boy, maior fracasso da Nintendo, prometia visão em 3D e entregava um desajeitado capacete com jogos monocromáticos em vermelho, num fundo preto.  

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   Meu amigo macmaníaco Kenji combate as forças de Darth Vader a bordo de um arcade em forma de cabine, simulando um X-Wing contra Tie Fighters e a Estrela da Morte: que a Força esteja sempre com você!

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   No detalhe: gráficos vetoriais e manche com gatilhos fazem toda a diferença a favor da Aliança Rebelde.

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 Virtua Fighter (1993) da Sega: começo do fim dos sprites 2D, início da dominação poligonal 3D. 

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Sonic Wings (1992) da Tecmo, excelente shoot’m’up de scroll vertical, vulgo ‘jogo de navinha’.

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 Seção dedicada aos micros e consoles caseiros.

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   De volta à nave-mãe: Apple II (1977), de Steve Jobs e Steve Wozniak, que inaugurou a era dos computadores pessoais ou, mais simplesmente, o mundo como conhecemos hoje.

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   Primeiro console caseiro da história, o Magnavox Odissey (1972), de Ralph Baer, vinha com celofanes coloridos que eram colados na tela da TV para propiciar cores e variações dos jogos.

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   O então subestimado e hoje em dia devidamente apreciado Sega Saturn (1994), na sua clássica e elegante versão japonesa.

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   O malfadado Jaguar (1993) e seus inconfundíveis controles, tão peculiares quanto infames: última e infrutífera tentativa da Atari de se manter no jogo.

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   O NES (1985, chamado de Famicon no Japão, como é o caso da versão acima) ou Nintendinho para os íntimos, foi o console que recuperou a indústria após o ‘Crash de 1984’ (quando os consumidores abandonaram os consoles e seus jogos de baixa qualidade em favor dos micros), garantindo por anos a fio a liderança para a Nintendo.

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 Ao lado do Megadrive, o Dreamcast (1998) será sempre meu console favorito: heróica e última tentativa da Sega na produção de hardware, foi mastigado e engolido pelo PS2 (mas sempre teremos Shenmue, MSR, Crazy Taxi e Soul Calibur!)

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  Rumo á dominação mundial, Playstation (1994) da Sony e o arrasa-quarteirão da Namco: Riiiidge Raaacer!!!

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   O Nintendo Gamecube (2001) foi um belo console que amargou a lanterna na 6a geração dos videogames caseiros.

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  Mario Kart Double Dash (2003), versão para Gamecube da aclamada franquia de corrida do bigodudo encanador criado pelo genial Shigeru Miyamoto.

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   Densha de Go! 3 (2001) da Taito, versão para o Playstation 2 (2000) da série do gênero simulador de trens muito apreciado no Japão e praticamente desconhecido no Ocidente.

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   O mais bacana é que disponibilizaram para jogar com o manche específico, acessório que só havia visto antes em fotos, gerando uma ótima sensação na jogabilidade.

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   O Daniel bem que tentou mas o trem passou em alta velocidade pela plataforma, resultando em reclamação dos passageiros que não conseguiram embarcar e cartão vermelho da supervisora: isso sim é que é simulação, o resto é Gran Turismo…

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 Prince of Persia (1993) de Jordan Mechner,  para Megadrive: ótima e melhorada conversão do clássico de aventura e ação lançado originalmente em 1989 para Apple II e IBM-PC DOS. 

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   O superclássico Sonic the Hedgehog (1991) de Yuji Naka e Sonic Team para a Sega, que definitivamente ajudou o Megadrive (1989) a tirar a longa liderança do mercado pela Nintendo.

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 Saturn Bomberman (1996), o qual com a ajuda de adaptador específico permitia jogar multiplayer local para até absurdos 10 jogadores!, o que acredito ser um recorde jamais superado… 

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 A estréia da musa Lara Croft em Tomb Raider (1996), aqui para Playstation.

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   Uma genial seção dedicada ás trilhas sonoras dos games com direito a fones de ouvido e uma citação especial ao meu compositor para games favorito: Richard Jacques, autor do dance alegre e surtado de Sonic R (1997) para Saturn e dos fantásticos temas em gêneros diversos como pop, jazz e rock para Metropolis Street Racer (2000) do Dreamcast, dentre outros trabalhos de destaque.

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 Child of Eden (2011) jogável para Xbox 360 (2005) da Microsoft na versão Kinect, projetado na parede: experiência imersiva e psicodélica única.

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  Grafite do logo da Game On. Para quem quiser mais, aqui há uma ótima matéria do Omelete sobre a exposição.


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