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O Xbox One X foi lançado pela Microsoft no Brasil de forma oficial e praticamente simultânea a seu lançamento mundial, inclusive sua edição especial de colecionador intitulada com o codinome que foi apresentado na E3 do ano passado – a Project Scorpion Edition, cujo breve unboxing pode ser apreciado no video abaixo:

A máquina é de fato o console mais poderoso já lançado – cuja GPU é capaz de gerar 6 teraflops de dados gráficos em HDR e  4K nativo, secundada pela CPU de oito núcleos rodando a 2,3GHz de clock, possuindo 12GB de RAM DDR5 e drive de DVD/Blu-Ray 4K – em comparação com o drive de DVD/Blu-Ray padrão, 0s 8GB de RAM DDR5, a CPU de oito núcleo com clock de 2,1GHz e uma GPU capaz de produzir 4,2 teraflops do PS4 Pro, por exemplo.

Fotos do aplicativo Insects tiradas com a mesma câmera e tela de TV (1080p)

Tudo isso em um gabinete elegante de tamanho quase idêntico à versão anterior One S, o que é de fato um incrível feito de engenharia e design dada à eficácia de um dissipador líquido de última geração que o equipa. A imagem chega a ficar um pouco melhor mesmo em TVs FullHD, como pode ser visto nas imagens comparadas acima – agora que venham mais jogos em 4K e exclusivos para que o Xbox One X possa ser aproveitado em todo seu potencial.

Xbox One X Project Scorpio Edition (4)w

Os números indicam os anos de lançamento do Xbox Original, Xbox 360, Kinect, Xbox One e Xbox One X respectivamente

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O youtubber 8-Bit Flashback divulgou recentemente em seu canal o protótipo de um mini Dreamcast totalmente funcional que poderá vir a ser comercializado em um futuro próximo –Sega Dreamcast Classic Edition PI 3, dedicado aos fãs incondicionais do último console da Sega:

Baseado no design 3D de Sparrows89 e medindo apenas 100mm x 100mm x 36mm, o dispositivo traz embutido um Raspberry PI 3 rodando emuladores dos vários consoles da Sega, além do próprio Dreamcast – ainda que não tenha atualmente uma extensa biblioteca compatível, alguns jogos como Sonic Adventure 2 são plenamente jogáveis.

Há também mini-réplicas não funcionais dos GDRoms, do controle e até mesmo do VMU – a inovadora unidade de memória criada para o console – que adicionam ainda mais valor ao incrível conjunto. 


Pela bagatela de US$2255 você pode levar para casa o Zette System, console retro portátil de tiragem limitada – apenas 25 unidades – com um incrível design que combina madeira e componentes eletronicos criado pelo artista sueco Love Hultén, de acordo com matéria no Kotaku.

O formato boombox do aparelho esconde uma CPU capaz de rodar jogos de Atari 2600 à SNES embutida em uma das caixas de som, enquanto a outra carrega um projetor de 640 x 480 DLP e o conjunto central revela 2 joysticks – tudo conectado por imãs, alimentado por uma bateria com 2 horas de capacidade. Há também um modelo Arcade mais caro (US$2850), estando ambos já em pré-vendabasta escolher o seu preferido:


O Sonic Mania Collector’s Edition foi disponibilizado pela Sega na pré-venda em setembro de 2016, para PS4, Xbos One, Nintendo Switch e PC –  o lançamento oficial se deu em agosto de 2017, quando se tornou disponível para download na PSN, Xbox Live e Steam.

O pack é muito bacana e contém um belo card metalizado, uma réplica de um cartucho com o icônico anel dos jogos e o boneco do Sonic sobre um Megadrive que ao ser “ligado” reproduz a lendária vinheta da “Seegaaa” –  o jogo é sensacional e de fato é simplesmente o melhor Sonic 2D desde os originais dos anos 90, merecendo ser jogado tanto por fãs da franquia como de jogos de plataforma old school.


Fui um entusiasta de primeira hora desde que foi anunciado ano passado o lançamento de uma nova versão do Megadrive em 2017,  como parte do projeto comemorativo dos 30 anos da fundação da Tectoy e da parceria com a Sega, e agora que tenho o console e mãos posso dizer que valeu a pena apostar na pré-venda – trata-se de um belo produto para colecionadores, retrogamers e fãs do console, à altura de seu legado.

Não se trata obviamente do mesmo aparelho lançado há 27 anos atrás no Brasil, mas de uma réplica extremamente fiel desde a arte da caixa até o acabamento do console e controle – o design de ambos sendo idêntico desde o formato e posicionamento dos botões liga-desliga, reset e volume de audio dos fones de ouvido até o formato e pegada do controle de 3 botões, quase idêntico ao original – as maiores diferenças sendo a opção de um acabamento fosco do corpo do console em oposição ao antigo mais brilhante, o console pesando um pouco menos que o original e o controle um pouco mais leve, com um D-pad ligeiramente mais duro e menos responsivo:

design idêntico ao original, do console ao controle

– roda ROMs e cartuchos originais e paralelos (somente versões BR e EUA, com algumas exceções)

– aceita controles originais e paralelos de 3 e 6 botões, dos modelos testados

– aceita cartucho Mega Everdrive (exceto ROMs de 32X)

– saída de video composto RCA/PAL-M (necessita adaptador para HDMI)

– gráficos e jogabilidade idênticos ao original nos jogos testados

– qualidade de áudio inferior ao original (varia de acordo com o jogo, podendo apresentar slowdowns e distorções)

– não aceita jogos de Master System, 32X e Sega/MegaCD ou seus respectivos acessórios e add-ons

– não possui capacidade para saves, screenshots ou cheats

Na traseira a maior novidade está na presença de um slot para cartão micro-SD, o qual já vem incluso de fábrica na capacidade de 8Gb e que contém os 22 jogos anunciados pela empresa em formato ROM que aparecem na interface gráfica ao ligar-se o aparelho (inexistente no original) – portanto além de aceitar cartuchos é possível adicionar-se mais jogos desde que sejam do próprio Megadrive (não roda ROMs de 32X ou Master System), no formato .BIN e que sejam releases americanos ou brasileiros (o mesmo valendo para os cartuchos).

Respeitando-se as caracteristicas acima os jogos em cartucho ou ROMs rodam perfeitamente no novo Megadrive sem nenhuma diferença perceptível em relação ao original seja nos gráficos,  framerate ou tempo de resposta dos comandos do controle – já o mesmo não pode ser dito do áudio, que varia do perfeito em alguns jogos à distorções bem perceptíveis em outros, ainda que toleráveis.

Em conclusão e reforçando o que foi dito no inicio, trata-se de um produto muito bem acabado, ainda que não perfeito – dado o desafio de reproduzir uma tecnologia de quase três décadas atrás com componentes atuais – mas capaz de satisfazer plenamente o desejo nostálgico dos fãs e colecionadores de retrogames.

*****


Green-Hill-Sonic-Fanart

Tweet de @JuicyGameReviews chama atenção para o lindo trabalho do artista brasileiro Daniel Bogni de Santo André/SP, com destaque para clássicos dos games tais como Alex Kidd in the Miracle World, Sonic The Hedgehog e Land of Illusion starring Mickey Mouse, dentre outros – mais de sua arte pode ser encontrada em seu portfólio online:

Miracle-World-Alex-Kidd-FanartMickey-Land-of-Illusion-fanartMegaman-X-Chill-Penguim-Stage-FanartCastlevania-Symphony-of-the-Night-Fanart

 

 


sonic-utopia

Sonic Utopia é mais um projeto de retrogamers apaixonados por Sonic que procura ampliar seu universo de jogos 3D, desta vez adicionando um componente de mundo aberto à jogabilidade – nas palavras dos desenvolvedores Murasaki, The Great Lange, Tpot Pixy o grupo deseja:

“Expandir a jogabilidade 3D de uma maneira intuitiva e ao mesmo tempo capturar o melhor do estilo Sonic, juntando ambos os aspectos em uma experiência unificada”

Segundo matéria no Kotaku o jogo ainda está em desenvolvimento mas uma demo inicial pode ser baixada e jogada a partir deste link.


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