Jetstortopia

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Pela bagatela de US$2255 você pode levar para casa o Zette System, console retro portátil de tiragem limitada – apenas 25 unidades – com um incrível design que combina madeira e componentes eletronicos criado pelo artista sueco Love Hultén, de acordo com matéria no Kotaku.

O formato boombox do aparelho esconde uma CPU capaz de rodar jogos de Atari 2600 à SNES embutida em uma das caixas de som, enquanto a outra carrega um projetor de 640 x 480 DLP e o conjunto central revela 2 joysticks – tudo conectado por imãs, alimentado por uma bateria com 2 horas de capacidade. Há também um modelo Arcade mais caro (US$2850), estando ambos já em pré-vendabasta escolher o seu preferido:

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Ainda que não tenha sido o primeiro console doméstico de videogames a utilizar cartuchos removíveis – feito que coube ao Magnavox Odissey, em 1972 – o Atari 2600 (1977) é amplamente reconhecido como o mais importante console da geração 8bit por ter consolidado e expandido o mercado de games de maneira absoluta até o crash do mercado norte-americano de games, em 1984.

Atari VCS 2600, VCS 2600A, 2600, 2800, 2600Jr

Ao longo de seu ciclo foram lançados 4 principais versões originais, além da inicial – o Atari VCS 2600A (1980), que possuía 4 chaveadores frontais ao invés de 6 da versão anterior; o Atari 2600 (1982) que tinha acabamento frontal preto (vulgo ‘Darth Vader’); o Atari 2800 (1983), uma versão japonesa repaginada; e o Atari 2600Jr (1986), a última versão compacta (*).

No entanto em 1981 chegou a ser anunciada uma versão com controles sem fio, publicada mesmo em anúncios em revistas especializadas, que nunca chegou a ser lançada comercialmente e cujos protótipos eram considerados muito raros.

Porém matéria no Kotaku dá conta de que um deles foi recentemente encontrado em um brechó na Califórnia – comprado pela bagatela de 30 dólares e vendido no eBay por 10 vezes esse valor – sem controles e sem mandar sinal para a TV  porém ainda capaz de ser ligado, conforme última foto abaixo.

Segundo o artigo o lançamento do 2700 foi cancelado na época pois a tecnologia de radiocontrole utilizada causava muita interferência em um raio muito grande ao redor (aprox. 300 metros), e o que restou foram pouco menos de duas dezenas de protótipos que eventualmente ainda podem ser encontrados por aí, para alegria de quem os achar.

(*) Recentemente a empresa anunciou o futuro lançamento de um novo console denominado Ataribox, ainda sem muitos detalhes porém prometido com capacidade de rodar jogos novos, além dos clássicos.


Fui um entusiasta de primeira hora desde que foi anunciado ano passado o lançamento de uma nova versão do Megadrive em 2017,  como parte do projeto comemorativo dos 30 anos da fundação da Tectoy e da parceria com a Sega, e agora que tenho o console e mãos posso dizer que valeu a pena apostar na pré-venda – trata-se de um belo produto para colecionadores, retrogamers e fãs do console, à altura de seu legado.

Não se trata obviamente do mesmo aparelho lançado há 27 anos atrás no Brasil, mas de uma réplica extremamente fiel desde a arte da caixa até o acabamento do console e controle – o design de ambos sendo idêntico desde o formato e posicionamento dos botões liga-desliga, reset e volume de audio dos fones de ouvido até o formato e pegada do controle de 3 botões, quase idêntico ao original – as maiores diferenças sendo a opção de um acabamento fosco do corpo do console em oposição ao antigo mais brilhante, o console pesando um pouco menos que o original e o controle um pouco mais leve, com um D-pad ligeiramente mais duro e menos responsivo:

design idêntico ao original, do console ao controle

– roda ROMs e cartuchos originais e paralelos (somente versões BR e EUA, com algumas exceções)

– aceita controles originais e paralelos de 3 e 6 botões, dos modelos testados

– aceita cartucho Mega Everdrive (exceto ROMs de 32X)

– saída de video composto RCA/PAL-M (necessita adaptador para HDMI)

– gráficos e jogabilidade idênticos ao original nos jogos testados

– qualidade de áudio inferior ao original (varia de acordo com o jogo, podendo apresentar slowdowns e distorções)

– não aceita jogos de Master System, 32X e Sega/MegaCD ou seus respectivos acessórios e add-ons

– não possui capacidade para saves, screenshots ou cheats

Na traseira a maior novidade está na presença de um slot para cartão micro-SD, o qual já vem incluso de fábrica na capacidade de 8Gb e que contém os 22 jogos anunciados pela empresa em formato ROM que aparecem na interface gráfica ao ligar-se o aparelho (inexistente no original) – portanto além de aceitar cartuchos é possível adicionar-se mais jogos desde que sejam do próprio Megadrive (não roda ROMs de 32X ou Master System), no formato .BIN e que sejam releases americanos ou brasileiros (o mesmo valendo para os cartuchos).

Respeitando-se as caracteristicas acima os jogos em cartucho ou ROMs rodam perfeitamente no novo Megadrive sem nenhuma diferença perceptível em relação ao original seja nos gráficos,  framerate ou tempo de resposta dos comandos do controle – já o mesmo não pode ser dito do áudio, que varia do perfeito em alguns jogos à distorções bem perceptíveis em outros, ainda que toleráveis.

Em conclusão e reforçando o que foi dito no inicio, trata-se de um produto muito bem acabado, ainda que não perfeito – dado o desafio de reproduzir uma tecnologia de quase três décadas atrás com componentes atuais – mas capaz de satisfazer plenamente o desejo nostálgico dos fãs e colecionadores de retrogames.

*****


Muitos podem não lembrar ou saber mas em 1988 as gigantes Sony e Nintendo acertaram uma parceria para o desenvolvimento de um periférico que capacitaria o Super Nintendo – console de 16bit que seria lançado 2 anos depois – a rodar jogos, música e aplicativos em CD-ROM.

O Nintendo PlayStation Superdisc ou SNES-CD chegou a ser anunciado pela Sony na Consumer Electronics Show (CES) de 1991, porém para surpresa dos executivos da empresa a Nintendo anunciaria no mesmo evento que havia fechado uma parceria semelhante com a Philips – com quem considerou ser mais seguro se aliar por não concorrer diretamente no mercado, tanto em termos geográficos quanto de produtos – deixando a Sony definitivamente frustrada e na mão.

O protótipo já bem avançado teria, algum tempo depois, servido de base para se transformar no que viria a ser o primeiro console de videogames da companhia – o Sony Playstation, lançado em 1995 – o qual tomaria de assalto o mercado antes dominado pela antiga parceira, agora ironicamente tornada rival.

Porém  ele nunca tinha sido visto ao vivo – muito menos sido testado ou funcionando – até 2 anos atrás, quando uma matéria no GamesRadar dava conta de que um ex-funcionário de uma companhia terceirizada pela Sony havia encontrado em um depósito de descartes uma rara versão do protótipo que teria supostamente pertencido ao próprio Olaf Johanson,  presidente da Sony Interactive Entertainment Inc, divisão da Sony Corporation responsável pelo desenvolvimento e lançamento do Playstation:

Segundo uma recente postagem no GamesRadar o protótipo veio a ser cedido para análise para o programador e guru tecnológico Ben Heck, que após muitos esforços e mais de um mês trabalhando no dispositivo foi capaz de fazê-lo funcionar e mesmo rodar um jogo teste – confira no vídeo abaixo o passo a passo da proeza – um feito e tanto para uma relíquia lendária há mais de 20 anos jogada no lixo!


sonic-utopia

Sonic Utopia é mais um projeto de retrogamers apaixonados por Sonic que procura ampliar seu universo de jogos 3D, desta vez adicionando um componente de mundo aberto à jogabilidade – nas palavras dos desenvolvedores Murasaki, The Great Lange, Tpot Pixy o grupo deseja:

“Expandir a jogabilidade 3D de uma maneira intuitiva e ao mesmo tempo capturar o melhor do estilo Sonic, juntando ambos os aspectos em uma experiência unificada”

Segundo matéria no Kotaku o jogo ainda está em desenvolvimento mas uma demo inicial pode ser baixada e jogada a partir deste link.


ghost-blade-leonas-tricky-adventures-orions-puzzle-collection-pier-solar-fruity

Lançamentos para DC: Ghost Blade (shoot’em up), Leona’s Tricky Adventures (puzzle). Orion’s Puzzle Collection (puzzle). Pier Solar (RPG). Fruit’y (puzzle)

O querido e saudoso Sega Dreamcast comemora neste mês 17 anos de existência desde sua estréia norte-americana (em 9/9/1999 – já havia sido lançado no Japão um ano antes) surpreendentemente vivo e ativo, não só pelas comunidades de modders e jogadores online de seus antigos títulos bem como sendo alvo regular de diversos lançamentos de jogos – 5 títulos novos e 3 relançamentos somente no último ano.

last-hope-first-striker-gunlord

Relançamentos para DC: Last Hope (shoot’em up), First Striker (shoot’em up), Gunlord (run&gun)

O gamer/youtuber e fã declarado do console Adam Koralik elenca os títulos em video comemorativo que pode ser visto abaixo – alguns dos jogos listados podem se encontrados nesta online shop:

dreamcast-9-9-99


Controller Poster Series by Behance

Tweet de Lord Arse chama a atenção para o trabalho do artista Quentin Fevre na plataforma Behance em sua Controller Poster Series – projeto cujo foco é o design icônico e seminal dos controles de consoles das gerações 8 à 128bit.

Desenhadas em Adobe Illustrator e renderizadas em Adobe Photoshop segundo o autor, as ilustrações captam perfeitamente a beleza, ergonomia e singularidade de cada um destes inesquecíveis gamepads – dignas de ornarem as paredes de todo e qualquer retrogamer:

Atari - Controller Poster Series by BehanceFamicon - Controller Poster Series by BehanceNES - Controller Poster Series by BehanceMaster System - Controller Poster Series by BehanceMega Drive - Controller Poster Series by BehanceSuper Nintendo - Controller Poster Series by BehancePlaystation - Controller Poster Series by BehanceNintendo 64 - Controller Poster Series by BehanceDreamcast - Controller Poster Series by Behance


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